"Assédios contra Servidoras Comissionadas"
O assédio sexual praticado por Rogério Caboclo e revelado no último dia (6), no Fantástico, em gravações pela secretária da presidência da CBF, ocorre na maioria dos ambientes de trabalho do Brasil, principalmente nas repartições públicas, em Vilhena na Gestão Japonês dois casos ocorreram contra servidoras.
Infelizmente, a esmagadora parcela das mulheres que sofrem assédio sexual não tem coragem de denunciar o agressor, por medo de perder o emprego. Há casos de mulheres que se submetem aos "caprichos sexuais" do seu chefe imediato ou superior para não ficar desempregada, pois essas mulheres têm filhos e necessitam do salário mensal para suas subsistências. É triste, mas é a realidade nua e crua.
Um dia desses uma assessora foi demitida (exonerada) por um deputado estadual aqui de Rondônia porque negou ceder as suas "fantasias sexuais". Assim como a maioria esmagadora preferiu calar-se e tocar sua vida e não levar o caso a Justiça.
O Brasil é o país onde a mulher mais sofre assédio no ambiente de trabalho. As consequências do assédio trazem consequências gravíssimas a ponto de mulheres tentarem cometer suicídio. A depressão, a melancolia e a angústia passam a estar presentes nas vidas de milhares de mulheres que enfrentam o assédio no ambiente de trabalho.
É importante ter provas para criminalizar o assediador, como fez a secretária da presidência da CBF contra Rogério Caboclo. Câmera escondida, gravação no celular, testemunha que presenciou o assédio; enfim, é importante a construção dessas provas para que a vítima não tenha que se tornar algoz e não se martirize ou sinta-se culpada!
FOTO: ilustrativa
Da Redação

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