"Maioria dos Vereadores preferiram aceitar portarias e Prefeito não admite nem criticas"
População
de Vilhena que necessita de Saúde Pública vive um drama, além da falta de
médicos, precisam viajar até Porto Velho para fazer ressonância, afinal, o
Município não mais disponibiliza esses exames.
Vilhena
que já foi referência em saúde pública não está fazendo nem exames, pacientes
que necessitam exame de ressonância, são obrigados aguardar agendamento e se
deslocar até Porto Velho que fica a 750km do Município, além do perigo da BR
364 existe o risco de contaminação por Covid-19, e o pior, não existe nenhuma
ação da Prefeitura Municipal para solucionar o problema, enquanto faltam
médicos nos postinhos e a população sofre pela falta de atendimento e exames, o
Prefeito fica na internet ensinando culinária, como se estivesse tudo
maravilhosamente bem.
O fantástico
mundo de Eduardo Japonês conta com o apoio de pelo menos 9 dos 13 vereadores,
que preferiam negociar portarias invés de trabalhar, é tão absurdo, que no
mesmo momento em que não tinha médicos nos postinhos dos setores 12 e Cristo
Rei, alguns Vereadores faziam elogios ao Prefeito na tribuna da Câmara
Municipal.
Na
sessão da última terça feira (01), O Vereador Dhonatan Pagani falou que é
preciso estar atento a essas situações e cobrar do Executivo uma solução,
enquanto que o Vereador, Samir Ali, que presidiu a sessão pontuou “É preciso falar! É preciso agir! Essas
situações que estão acontecendo, nós, representantes do povo precisamos lutar
para mudar. Os exames de Ressonâncias do quais inúmeros pacientes necessitam,
pacientes esses que já estão debilitados, pacientes de risco diante de um
cenário pandêmico que vivemos, estão sendo encaminhados para Porto Velho, ou
seja, esses pacientes mesmo diante a realidade do momento, necessitando do
exame tem que se descolar 700 km para que esse seja realizado. Isso é
inaceitável!”
Como a maioria dos Vereadores estão amarrados ao Prefeito, sequer fazem uma crítica, temendo de que seus indicados sejam exonerados.
Da redação.

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