Secretários de Japonês devem quase Meio Milhão a Prefeitura de Vilhena

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Secretários de Japonês devem quase Meio Milhão a Prefeitura de Vilhena

Essa semana a prefeitura publicou que começará a executar contribuintes e inclui-los na dívida ativa caso não mantenham limpos os seus terrenos. As multas a serem lançadas na dívida ativa pode chegar aos R$ 600 mil. Mas e estes que ocupam cargo público, pagos com o dinheiro do contribuinte e tem essas pendências? Vai ficar por isso mesmo? Ou o Prefeito irá executa-los?

Em tempos de pandemia, onde cada vez menos as pessoas conseguem honrar seus compromissos por conta da perca de empregos ou queda na arrecadação do lar, o mesmo problema parece ter atingido o primeiro escalão do prefeito Eduardo Japonês. Porém, os nomes que serão relacionados na matéria não vem sofrendo prejuízos de ordem financeira, pois faça chuva ou faça sol, todos eles tem seu salário na conta todo dia 20 independente do cenário econômico local ou nacional. 

No portal da transparência da prefeitura de Vilhena pode se identificar pelo menos 6 secretários que estão com seus nomes inscritos na dívida ativa do Município, alguns até em fase de protesto ou execução fiscal, o que em tese impediria suas nomeações para o cargo que ocupam, em respeito ao princípio da moralidade. 

Em fase de protesto está o ex-vereador França Silva, agora Presidente da Fundação Cultural, que segundo dados da transparência, deve R$ 1.159,81 reais aos cofres públicos a título de impostos municipais. O também ex-vereador e agora secretário de Educação, Ronaldo Alevatto, também enfrenta situação semelhante ao do colega, com dívida ativa.

Primeiro escalão com nomes inscritos na dívida ativa do Município. São Eles:

Vivian Bacaro (Secretária de Terras) R$ 520,98; Roccio Aires Candido (Secretário de Transito) R$ 45,66; Maciel Albino Wobeto (Diretor do SAAE) R$ 758,42 e Célio Batista (Secretário de Agricultura) R$ 879,70; França Silva (Fundação Cultural) R$ 1.159,81 e Ronaldo Alevatto (Secretaria de Educação) R$ 406.585,14. 

Quatro deles estão apenas inscritos na dívida ativa não incorrendo em nenhuma irregularidade, já que segundo a lei, dívida não é crime, mas dever ao órgão que está vinculado é no mínimo imoral. França Silva e Ronaldo Alevatto estão em situação mais grave, pois para fins de investidura em cargo público, o pretendente ou indicado ao cargo precisa apresentar certidão de quitação de débitos para com a fazenda pública, o que levanta a questão: Como Alevatto conseguiu essas certidões, já que em seu nome consta nos registros da prefeitura uma dívida de R$ 406.585,14 (Quatrocentos e Seis Mil, Quinhentos e Oitenta e Cinco Reais e Quatorze Centavos).

A reportagem abre espaço para os citados darem suas versões, bem como a prefeitura de Vilhena, caso deseje se manifestar. 



Da redação

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2 Comentários

  1. Agora fiquei curioso para ver a defesa.

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  2. Vilhena no rumo incerto essa é a verdade, muito se fala e falou em nova politica e o que se vê são os mesmos vícios sendo praticados é por isso que se precisa muito trabalhar as ideologias porque o que vale ou se fala hoje, amanhã já não se vale mais, a politica precisa de reformas, ou pessoas com ideais de mudanças e isso começa na campanha nos projetos, na visão de desenvolvimento, o que vemos não passa de politicagem, quem faz coligação com 12 partidos vende o município, saquei os cofres públicos via folha de pagamento 600 comissionados mais políticos fracassados ocupando cargos importantes sem conhecimento técnico nenhum, uma sistema desenvolvido para sangrar os cofres públicos, um sistema ineficiente oneroso ao cidadão, é preciso repensar ha onde está a nova politica, uma coisa todos já sabem não é isso que está aí.

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