Esquemas e ilicitudes na obra da Câmara de Vilhena, relatados por ex Diretora, podem vir à tona

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Esquemas e ilicitudes na obra da Câmara de Vilhena, relatados por ex Diretora, podem vir à tona

 "CPI que investigaria Ronildo Macedo foi arquivada por maioria dos Vereadores, na época cargos públicos teriam sido negociados" 

Está semana foi assinado um termo de Cooperação entre a Câmara Municipal e a Prefeitura de Vilhena para a realização de perícia na obra de reforma e ampliação do prédio da Casa de Leis, que até agora é motivo suspeita de fraude e enriquecimento ilícito.

Já publicado no Diário Oficial do Município, o Termo de Cooperação tem por objeto a realização de perícia técnica por servidores públicos titulares do cargo de engenheiro civil e/ou arquiteto, pertencentes aos quadros funcionais da Prefeitura de Vilhena, consistente na análise e revisão de processos administrativos da construção para futura e eventual responsabilização das empresas e dos responsáveis. 

Conforme o Termo, a perícia técnica deverá ser concluída no prazo de 90 dias, podendo ser prorrogado uma vez por igual período. Superando os R$ 3 milhões, a reforma e ampliação do prédio do Legislativo tem sido motivo de controvérsias desde o começo.

No início do ano, a obra foi alvo de denúncia e um pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) chegou a Câmara contra o atual presidente, Ronildo Macedo (PV), por suspeita de ato de improbidade administrativa, danos ao erário, prevaricação, fraude em licitação e superfaturamento na obra, contudo, Macedo negociou cargos com os Vereadores e conseguiu arquivar o pedido.

Agora, engenheiros da Prefeitura vão fazer uma vistoria para averiguar apontamentos feitos pela ex Diretora Jurídica da Câmara, Joice Santini, de que agentes públicos e a empresa teriam levado vantagens ilícitas, o caso também está no Ministério Público. 


Da redação  
 


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