Participaram da reunião técnica o prefeito
Eduardo Japonês, o vice-presidente e futuro presidente da Câmara Municipal de
Vereadores, Samir Ali, a presidente da Associação de Pais e Amigos do Autista
de Vilhena (Amavi), Karina Andrade, a secretária municipal de Educação, Amanda
Areval, e o arquiteto da Prefeitura de Vilhena, Jader Volpi.
O exemplo da Clínica-Escola do Autista, de
Santos, em São Paulo, está sendo verificado in loco nesta semana por comitiva
organizada pela Prefeitura de Vilhena. O objetivo é conhecer em detalhes o
funcionamento da estrutura e executar projeto semelhante no município em
atendimento aos pedidos e necessidades das mães e pais de crianças autistas
vilhenenses.
“Nos sensibilizamos com as
crianças autistas e suas famílias. Por isso buscamos ao longo desta gestão
implementar melhorias, mas, de fato, um centro como este é algo que seria
realmente um diferencial para elas. Viemos conhecer de perto e analisar os
detalhes para adaptarmos o conceito em um projeto para Vilhena, a ser
construído com quem mais sabe do tema, que são as mães e pais dos nossos
‘vilheninhos’ do espectro autista’, assegura o prefeito Eduardo Japonês.
Idealizada pelo Grupo Acolhe Autismo, em parceria com o Club
Design e Prefeitura de Santos, a clínica-escola tem 500 m² de área e recebeu R$
1,6 milhão em investimentos. A organização social USC Saúde faz a gestão
compartilhada da unidade com valor mensal de R$ 344 mil.
O prédio tem acessibilidade, com térreo e mais um pavimento,
incluindo elevador, corredores e portas adaptados As paredes têm cores com
baixo estímulo, evitando impacto visual e oferecendo mais conforto aos
pacientes.
A comitiva foi guiada pelos coordenadores da unidade, João Barros,
psicólogo e analista do comportamento, Tamires Figueiredo, psicóloga, e
Alessandra de Zutter, coordenadora de unidades especializadas de Santos e
representante da Secretaria de Saúde.
São 12 salas de atendimento, mais duas de integração sensorial,
uma de intervenção precoce e dois espaços diferenciados: uma sala de
estimulação sensorial e outra com atividades de vida diária, também chamada de
casa autônoma modelo (com banheiro, cozinha, sala e quarto).
A clínica tem ainda horta, pátio coberto, quadra esportiva,
brinquedoteca e sala de brinquedos, consultório odontológico, elevador, copa,
lavatórios/filtro, salas de reunião e de manutenção e limpeza, área de resíduos
e depósito, salas de atendimento, entre outros espaços de recepção e
administrativo.
ASSESSORIA
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