Fala-se em esquema envolvendo deputados e servidores para descredibilizar possíveis reeleitos
Ocorre que, embora Jhony seja de fato pessoa difícil (termo mais adequado para publicar), ele estaria sendo vítima de uma máquina gigantesca de “arapongagem” montada dentro da assembleia legislativa com o aval inclusive de deputados da mesa diretora.
Dentro do parlamento estadual é difícil encontrar um parlamentar que não saiba um “podre” do outro. Até aí tudo bem, mas trazer a público coisas da vida pessoal deste ou daquele através de uma rede formada por servidores e jornalistas pagos com o dinheiro público, parece ser muito mais grave do que se imagina.
O deputado Anderson do SINGEPERON, estaria na mira dessa “máquina do mal” segundo alguns informantes nossos. Isto porque, Anderson trabalha no famoso sistema do come quieto e tem um dos nomes mais bem avaliados da legislatura.
O trabalho que o representante dos policiais penais faz na assembleia levantou ciumeira de alguns deputados que tem medo de que ele faça uma quantia expressiva de votos, “melando” assim a reeleição de algum figurão.
Temos ouvido de várias partes do estado alguns pequenos descontentamentos de eleitores e lideranças a respeito do deputado Anderson, mas nada que compromete sua reeleição, coisa que só poderia ocorrer caso estoure algum escândalo, que diante do cenário de “deduragem” entre os deputados não é algo impossível de acontecer.
Com toda a polemica do deputado Jhony vindo à tona, as ameaças de colocar Anderson na fogueira e um outro escândalo prestes a estourar de outro parlamentar na região de cerejeiras, levanta-se agora até mesmo a suspeita de que o caso Lebrão foi meticulosamente tramado, já que não era segredo para nenhum deputado as transações e movimentações financeiras do pai da ex-prefeita Lebrinha.
Anderson tem se posicionado contra algumas pautas do governo Marcos Rocha e isso pode ser o grande estopim para que ele esteja agora na linha de fogo, uma vez que o governador não tem o hábito de dialogar, segundo informantes ele é mais da linha de desprezar ou eliminar politicamente, mas nunca afagar inimigos ou desafetos.
POR: Mauro Fonseca
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