VILHENA: Eduardo Japonês contraria regra mostrando ser líder, reanalisa conceitos, e aniquila sanguessugas

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VILHENA: Eduardo Japonês contraria regra mostrando ser líder, reanalisa conceitos, e aniquila sanguessugas

"Prefeito sempre adotou postura de se desfazer até mesmo de aliados, caso não trabalharem unicamente em prol do interesse público"    


TRANSCENDÊNCIA

Quando assumiu a prefeitura depois de vencer a eleição suplementar em 2018, Eduardo japonês passou a ser visto como um possível “dominado” de grupos políticos, muitos apostavam que em menos de seis meses de mandato ele perderia o comando da prefeitura como havia acontecido com seus antecessores.

Agora, três anos e meio depois, tendo enfrentado uma duríssima reeleição, vencendo 4 candidatos de peso, entre eles a ex-prefeita Rosani Donadon, e Japonês, contrariando as expectativas negativas marcou posição como prefeito de fato.

É bem verdade que desde o início de sua caminhada, o atual mandatário de Vilhena perdeu aliados importantes que estiveram com ele debaixo de chuva e sol, mas permaneceu firme, fazendo mudanças pontuais e dando espaço de protagonistas, para alguns que eram frequentadores de segundo e terceiro escalão de seu mandato. Exemplo disso, a recém nomeada Weslaine Amorim, atual secretária da saúde.

Entre os medalhões que deixaram a administração está a ex-vereadora, Maria José, que chegou a ser vice de Eduardo no primeiro mandato. Até hoje não se sabe ao certo o motivo, mas ela teria saído, segundo fontes, por querer um protagonismo que não lhe cabia.

O ex-vereador professor Gilson também já não está mais no time e deixou a prefeitura, atualmente ao que sabe está trabalhando com o vereador Wilson Tabalipa (PV). Também deixou a gestão Japonês, o super ex secretário, Ricardo Zancan, que hoje mora e trabalha na iniciativa privada em São Paulo.

Tantos outros desembarcaram da gestão por insatisfação de não conseguirem fazer as velhas manobras que a velha política estava acostumada, e outros por escolha própria, o que abriu precedentes para Eduardo colocar peças novas, com os quais ele nem tinha compromisso, e que ao assumirem, aceitaram o desafio de responder somente a ele e a mais ninguém.

 

LIVRAMENTO

Entre os vereadores, japonês acabou por desmascarar e se livrar de Ronildo Macedo, a maior sanguessuga dos cofres públicos de Vilhena, o seu ex “puxa saco” de longa data que sempre agiu nos bastidores apenas para saciar suas necessidades pessoais. Antes, Macedo era caidinho de amores pelo prefeito e sua gestão, agora é inimigo público número um, depois da canetada de Eduardo pondo fim a farra das portarias que o mesmo tinha no paço municipal, até denúncias infundadas o referido vereador fez contra Japonês no Ministério Público Estadual. 

 

REVENDO CONCEITOS

No caso de Samir Ali, futuro presidente da câmara, que disputou a eleição numa chapa adversária de Eduardo e que começou o mandato como oposição a situação foi inversa. Samir Ali e Eduardo Japonês tiveram uma conversa olho no olho, pautaram o que é de interesse público e decidiram selar um acordo de paz para trabalharem pelo bem comum da cidade. 

 

MANDATÁRIO ABSOLUTO

Para os que apostavam que o deputado Luizinho Goebel seria o prefeito por “debaixo dos panos” a decepção foi grande, pois Eduardo se mostra mandatário absoluto e disposto a fazer trocas em todas as esferas da administração desde que seja necessário.

O prefeito, ainda tem mais três anos de mandato e pelo andar da carruagem, se continuar a agir com austeridade sem “passar o pano” para marmanjo, tem tudo para entregar as chaves do executivo em 2024 para o próximo prefeito, como uma das gestões de maior resultados de todos os tempos em Vilhena.


 

Da redação


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