"Precariedade nas instalações e descaso com o alunos motivaram a denúncia"
Acadêmicos do curso de Medicina da faculdade Metropolitana de
Porto Velho (FIMCA), resolveram ir a justiça e expor os graves problemas que estão enfrentando diante do descaso que a faculdade está tratando os acadêmicos.
Em uma petição com mais de dez páginas demonstram às precariedades vivenciadas por eles no local, a qual, segundo a denúncia, vão desde da estrutura do campus, até segurança e saneamento básico. Apontamentos de chuva no interior das salas, carteiras danificadas e outras situações graves estão inseridas na denúncia.
"Há de se verificar também a falta de infraestrutura das salas, que quando está em período de chuvas, chove nas salas e nos corredores, tendo os alunos que ajudar com a limpeza para continuidade das aulas, conforme se verifica pelas fotos anexadas ao processo", citam.
"A forma em que as aulas vêm sendo ministradas tem causado inúmeros prejuízos aos alunos, não só em relação ao seu aprendizado, mas também a sua saúde, o que não justifica, a mensalidade da faculdade metropolitana ser mais cara em R$ 9.993,00 (novecentos e noventa e três reais) a mais que a FIMCA, como passaremos a expor", questionam.
"O centro gastronômico atende as obrigações impostas pelo Decreto Estadual nº 26.134 de 17/06/2021, capítulo II, Inciso IV, em 02 de agosto de 2021, porém não atende às imposições do MEC, é uma sala completamente feita de vidro e sem acústica. Os problemas relacionados a isso, fazem com que se torne impossível a aprendizagem necessária e obrigatória da instituição, já que a claridade da sala, impede a visibilidade do material apresentado pelo professor, assim como quem senta no fundo da sala não consegue ouvir com qualidade a explicação do professor, mesmo este se esgoelando", pontuam.
INCOERÊNCIA
O que mais causa estranheza em todo esse imbróglio é que a deputada, Mariana Carvalho, sempre diz ser uma defensora da educação com qualidade. Em recente visita do ministro da educação, Milton Ribeiro em Rondônia, a deputada em sua fala se colocou como uma grande lutadora pela educação do Brasil, um total paradoxo visto que dentro das suas empresas, alunos são tratados de forma desumana em salas de aulas.
Maurício Carvalho, prefeito de Porto Velho em exercício, também estaria inerte perante as reivindicações dos alunos, o que contraria seus posicionamentos públicos quando afirma que é necessário fazer investimentos na educação.
LEIA A PETIÇÃO COM RELATOS E FOTOS NA ÍNTEGRA
O site deixa espaço para o grupo de educação Metropolitana, a Deputada e ao Prefeito caso queiram se manifestar, podendo entrar em contato pelo e-mail noticiosorondonia@gmail.com .
Da redação
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