Os primeiros casos foram registrados no Maranhão e divulgados pelo presidente do Conselho Nacional de Secretários das Saúdes (Conass), Carlos Lula, no dia 20 de maio.
Quanto aos riscos de a
variante indiana estar presente no Estado, de acordo com a diretora de ensino,
comunicação e informação da Fiocruz, Deusilene Souza Vieira há necessidade
de locais de chegada e saída de pessoas serem bem monitorados para que se possa
fazer uma vigilância epidemiológica importante. “As pessoas precisam entender que
neste momento, ficar em casa e evitar contato com pessoas que não são do
convívio, ajudam a minimizar o risco, e se precisar sair, utilize máscara e
prefira locais abertos, mantendo sempre o distanciamento social”, destacou a
doutora.
Segundo Deusilene Souza, a
variante B.1.617, descrita inicialmente na Índia, possui várias mutações que
confere uma nova característica comportamental de maior transmissibilidade.
“Até o momento não há estudos mais robustos que relacione com evolução para
casos mais graves”, disse.
Ela também destaca o
trabalho da vigilância genômica, aonde especialistas de todas as unidades da
Fundação no país e de institutos parceiros se empenham diariamente em gerar
dados mais robustos sobre o comportamento do vírus e contribuir para um melhor
preparo do país no enfrentamento da pandemia em termos de diagnóstico mais
preciso, além de vacinas eficazes. “É fundamental neste momento, não apenas
para a identificação desta variante mais para relacionar com a dinâmica e o
comportamento deste vírus associados ao perfil epidemiológico da doença”,
finalizou Deusilene.
FONTE: rondoniagora

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